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Domingo, Setembro 24, 2017

Apresentação

A Fundação Viver Produzir e Preservar, é uma organização sem fins lucrativos, situada na Região da Transamazônica, com sede no município de Altamira, Oeste do Estado do Pará; foi fundada em 1991 pela iniciativa das organizações camponesas, movimentos pastorais e populares urbanos e de educadores da Rodovia Transamazônica e do Rio Xingu, mas sua atuação enquanto movimento social organizado ocorre desde a primeira metade da década de 80 do século passado, após o abandono do projeto de colonização da região pelo governo federal. 
Sua atuação inicial contou com o apoio de movimentos pastorais das Comunidades Eclesiais de Bases da Igreja Católica, movimentos políticos e sociais que lutavam pela redemocratização do país, sendo que sua atuação social e política estavam em sintonia com os demais movimentos de organização social que eclodiam no Brasil e na América Latina.

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FVPP lança projeto para a contenção do desmatamento no sudoeste do Pará

A Fundação Viver Produzir e Preservar, com apoio da Climate and Land Use Alliance/ CLUA, uma aliança de fundações que financia ações inteligentes para o desenvolvimento sustentável, estão desenvolvendo o projeto Governança Socioambiental: “A Chave” para a Contenção do Desmatamento e Conservação dos Recursos Naturais na Área de Influência das Rodovias, Transamazônica e Br -163, sudoeste paraense.

A intenção é desenvolver ações para o Plano de Desenvolvimento Regional e contornar retrocessos na atual conjuntura política e econômica que o país atravessa, e que, coloca a Amazônia em linha de frente para o avanço do desmatamento.

“As recentes medidas do governo federal, que foram criadas para não administrar de forma responsável os recursos naturais e passar por cima do patrimônio da humanidade, fizeram com que buscássemos por uma redefinição estratégica de nossa atuação. Com o chamado “mergulho de base’’ pretendemos realinhar o futuro”, explicou João Batista Uchoa, Coordenador do Projeto.

Desde a época do Movimento Pela Sobrevivência da Transamazônica, as lideranças sociais lutam pelo desenvolvimento igualitário e pela garantia de direitos aos moradores das áreas urbanas e rurais dessa região.

A FVPP ao longo de um processo histórico também compactua com ações e projetos que envolvem a produção com sustentabilidade ambiental. “É preciso ampliar projetos sustentáveis, como a fábrica de chocolates em Medicilândia (PA) e a cooperativa do cacau orgânico, também na cidade que mais produz amêndoas no Brasil. É preciso multiplicar o que vem dando certo e o que agrega respeito ao meio ambiente”, destaca João Batista.

Vale relembrar que foi graças as articulações sociais que projetos como o Luz Para Todos beneficiaram mais de 23 mil famílias com energia elétrica na região. A regularização fundiária e a verticalização da agricultura familiar, também são pautas abraçadas pela instituição, bem como outras que trouxeram uma melhor qualidade de vida para quem mora no campo ou na cidade através dos projetos de cidadania e inclusão social.

Com a convicção de que a luta não chegou ao fim, e para a construção de uma política eficaz de atuação no período de 2018-2030, é necessário ouvir e pontuar as principais demandas junto às comunidades, e desta forma, atualizar o Plano de Desenvolvimento Regional. Como estratégia, serão realizadas pela FVPP oficinas, um workshop/reunião regional com lideranças de cada município, onde será apresentada a versão preliminar do plano, e na sequência, já com as informações atualizadas, um seminário regional para apresentação e lançamento do mesmo.

Nós já temos data para a primeira oficina, que vai contar com a participação de lideranças de Altamira, Brasil Novo e Vitória do Xingu. Será no dia 22 de setembro, das 09 às 17 horas, no auditório da Churrascaria Casa Nova, Rua Anchieta - Centro. O convite é feito para que a participação popular nos ajude na atualização do Plano de Desenvolvimento Regional”, enfatizou João Batista.

 

Ascom FVPP

Pacajá é contemplado com títulos urbanos e georrefereciamento de propriedades rurais

O fim de semana foi de festa para os moradores das Vilas Nazaré e Bom Jardim, no município paraense de Pacajá. As ações do projeto 198/2015 da Fundação Viver, Produzir e Preservar (FVPP) com apoio do Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável do Xingu (PDRSX) entregou 800 títulos urbanos de regularização de lotes urbanos daquela comunidade, além de possibilitar o georrefereciamento de propriedades rurais.

Os eventos de entrega aconteceram nos dias 16 e 17/09/2017 e reuniu mais de 800 pessoas, dentre elas secretários municipais; vereadores; prefeito de Pacajá, Chico Tozetti; representante da coordenação geral do PDRSX, João Batista Uchôa Pereira; Dourival Lima do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Pacajá; dentre outros.

O projeto é pioneiro e tem mudado o mapa fundiário da Região da Transamazônica e Xingu, e redesenhado o perfil de centenas de pequenos produtores, e moradores de vilas que compõem os municípios dessa parte do estado do Pará. Após décadas vivendo em áreas que nunca foram regularizadas, essas famílias podem finalmente chamar o local onde vivem de casa própria, e ter o direito de vender seus imóveis, ou conseguir um financiamento.

Na iniciativa, são contempladas as cidades de Pacajá, Uruará, Medicilândia, Brasil Novo, Placas, Senador José Porfírio, Vitória do Xingu, Porto de Moz, além das comunidades de Castelo de Sonhos (Altamira).

A intenção é regularizar as ocupações legítimas, com prioridade aos pequenos produtores e às comunidades locais.

 

Ascom FVPP

Audiência Pública debate Situação da Moradia e Políticas afins no entorno de Belo Monte

A Fundação Viver Produzir e Preservar, em Parceria com o Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável do Xingu – PDRSX – Projeto 105-2014: A VOZ DOS ATINGIDOS DE BELO MONTE: DESAFIOS E DIREITOS, realizou Audiência Pública, com o tema ‘Situação da Moradia e Políticas afins nos Municípios do entorno de Belo Monte’.

A audiência aconteceu em 1 de agosto, no Auditório da ACIAPA em Altamira. O encontro visou a contribuição na ampliação do debate e pactuação de ações estratégicas à melhoria da qualidade de vida nos Reassentamentos Urbanos Coletivos e demais bairros dos municípios da região.

Moderado por João Batista Uchoa Pereira – FVPP, o evento teve como abertura a apresentação de um vídeo com os resultados do Projeto 105/2014 FVPP-PDRSX. Confira no link a seguir: https://youtu.be/DD3zPGUMpiY

O Instituto Rede Terra,consultoria contratada para a pesquisa apresentou os Resultados do Diagnóstico sobre Situação da Moradia e Políticas nos RUCs. A Plenária tirou dúvidas e esclarecimentos sobre o diagnóstico.

As mais de 300 pessoas presentes discutiram a Situação da Moradia e Políticas Afins nos municípios do entorno de Belo Monte. O PDRS Xingu abordou os investimentos realizados na Região de Abrangência da UHE de Belo Monte. Entre os presentes, Norte Energia S/A, Governo Federal, Governo Estadual, Governos Municipais, Ibama, Defensoria Pública da União, Defensoria Pública do Estado do Pará, Prefeitura Municipal de Altamira, além da população. Ao final do evento um coquetel foi servido.

 

“Para nós da FVPP foi um desafio é a primeira vez que fizemos um trabalho com um publico urbano”, contou Antônia Martins, Diretora Executiva FVPP.

Convite: A VOZ DOS ATINGIDOS DE BELO MONTE: DESAFIOS E DIREITOS

A Fundação Viver Produzir e Preservar, em Parceria com o Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável do Xingu – PDRSX – Projeto 105-2014: A VOZ DOS ATINGIDOS DE BELO MONTE: DESAFIOS E DIREITOS, Convida Você à participar da Audiência Pública: Situação da Moradia e Políticas afins nos Municípios do entorno de Belo Monte, que acontecerá no dia 01/08/2017, das 09:00 às 16:30, no Auditório da ACIAPA em Altamira. Venha! Participe! Contribua na ampliação do debate e pactuação de ações estratégicas à melhoria da qualidade de vida nos Reassentamentos Urbanos Coletivos e demais bairros destes municípios. Contamos com Sua Presença!

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