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Sábado, Novembro 25, 2017

Apresentação

A Fundação Viver Produzir e Preservar, é uma organização sem fins lucrativos, situada na Região da Transamazônica, com sede no município de Altamira, Oeste do Estado do Pará; foi fundada em 1991 pela iniciativa das organizações camponesas, movimentos pastorais e populares urbanos e de educadores da Rodovia Transamazônica e do Rio Xingu, mas sua atuação enquanto movimento social organizado ocorre desde a primeira metade da década de 80 do século passado, após o abandono do projeto de colonização da região pelo governo federal. 
Sua atuação inicial contou com o apoio de movimentos pastorais das Comunidades Eclesiais de Bases da Igreja Católica, movimentos políticos e sociais que lutavam pela redemocratização do país, sendo que sua atuação social e política estavam em sintonia com os demais movimentos de organização social que eclodiam no Brasil e na América Latina.

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Projeto Governança Socioambiental avança nos municípios paraenses

Os trabalhos do projeto Governança Socioambiental (FVPP-CLUA) avançam nos municípios do sudoeste do Pará. Os municípios de Anapu e Porto de Moz receberam oficinas que buscam por meio do Plano de Desenvolvimento Regional, aprimorar a organização pautada no tempo e eixos de atuação definidos coletivamente, considerando a atual conjuntura econômica e política do país.

“Dialogar com o povo, planejar o futuro que se deseja. Isso faz a diferença”, destacou Aparecida Brandão da FVPP.

As oficinas realizadas nos dias 14 e 17 de novembro reuniram dezenas de pessoas em Porto de Moz e Anapu respectivamente. O encontro definiu a política de estratégia de atuação para o período de 2018-2030. Com o Plano será possível o fortalecimento do projeto Governança Socioambiental: A ‘Chave’ para a contenção do desmatamento e conservação dos recursos naturais na área de influência das rodovias Transamazônica e BR-163, no sudoeste do Pará.

“Juntos e em parceria lutamos por um novo modelo de desenvolvimento que seja sustentável ecologicamente, economicamente viável e comunitariamente inclusivo”, lembrou a vereadora de Porto de Moz, Xicuta Barbosa.

 

Considerado uma das maiores reservas mundiais de água, fauna e flora e com mais da metade do seu território coberto por florestas, o Brasil tem diariamente uma luta árdua pela preservação ambiental e pela redução das taxas de desmatamento na Amazônia. Esse também é o compromisso da Fundação Viver, Produzir e Preservar (FVPP).

Ascom FVPP

Parabéns Altamira

Da Amazônia virente e radiosa. Um pedaço nos coube em partilha. Terra vasta, fecunda e grandiosa. Da natura esplendor, maravilha. Assim começa o hino de Altamira, cidade que teve origem nas missões dos Jesuítas, na primeira metade do século XVIII. Nestes 106 anos de emancipação, o maior município do Brasil em extensão territorial tem muito que comemorar, mas há também o que mudar.

Altamira é a cidade de todos os povos, do Rio Xingu, da pesca esportiva, do turismo, da agricultura, do artesanato, da pecuária, do comércio, dos ribeirinhos e das tribos indígenas.

Altamira vive dias de cidade grande. O trânsito precisa melhorar, a população não para de crescer e os índices de criminalidade aumentam. Por outro lado, o município ganhou novas redes de varejo, obras de infraestrutura e novos projetos comerciais, como shopping centers, novos bairros, novos reassentamentos. Infelizmente conjuntura da violência não deixa a população ver coisas mais positivas.

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Oficina sobre Plano de Desenvolvimento Regional chega a região de Santarém

Considerado uma das maiores reservas mundiais de água, fauna e flora e com mais da metade do seu território coberto por florestas, o Brasil tem diariamente uma luta árdua pela preservação ambiental e pela redução das taxas de desmatamento na Amazônia. Esse também é o compromisso da Fundação Viver, Produzir e Preservar (FVPP).

No dia 19 de outubro realizou mais uma oficina municipal de atualização do Plano de Desenvolvimento Regional, dessa vez em Santarém, oeste do Pará, que reuniu dezenas de lideranças daquela região, além de representantes dos municípios de Belterra e Mojuí dos Campos.

A FVPP busca com o Plano de Desenvolvimento Regional aprimorar a organização pautada no tempo e eixos de atuação definidos coletivamente, considerando a atual conjuntura econômica e política do país.

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Embargo segue prejudicando famílias de agricultores em Uruará

Há quase sete anos famílias de agricultores assentadas no Plano de Desenvolvimento Sustentável (PDS) Santa Clara, em Uruará, esperam por uma resposta do governo sobre seu futuro. Com a área embagada após uma decisão da justiça federal em Santarém, as terras não podem ser regularizadas pelo Incra, e sem essa documentação, não há como conseguir junto ao governo e aos bancos, financiamentos para a produção.

Nos últimos dois anos o clima voltou a esquentar no local. Em 2015 cinco pessoas ficaram feridas após uma briga por um terreno no local, e para controlar a situação foi preciso criar uma força tarefa envolvendo a Polícia Militar e o Incra. Na época o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária chegou a afirmar que não havia muito o que fazer, além de esperar que a justiça analisasse o pedido de revisão do embargo.

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